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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Pintura Mural


Nioktoyná Koxuk, 2019. 
Pintura Mural , Sesc Santo André- SP
 




Fotos: Arquivo pessoal

https://www.abcdoabc.com.br/santo-andre/noticia/sesc-santo-andre-realiza-projeto-abril-indigena-79307

Exposições 2019-2020

Exposição Vaivém 2019-2020

Com curadoria de Raphael Fonseca a mostra itinerante que percorreu os CCBBs de São Paulo, Brasília,  Rio de Janeiro e Belo Horizonte reuniu  mais de 300 obras de 141 artistas, entre eles, 32 indígenas.  Pinturas, esculturas, instalações, performances, fotografias, vídeos, revistas em quadrinhos e documentos fizeram parte da exposição.










Imagem parte do vídeo "Rede de Tucum" 2020 



Fotografia das obras exposta na exposição,
à direita projeção do vídeo "Rede de Tucum 2020" de Arissana Pataxó.
 Crédito da foto: Rafael Adorjan

Veja mais:
https://raphaelfonseca.net/Vaivem

Vaivém SP:https://artebrasileiros.com.br/arte/critica/vaivem-trata-da-cultura-brasileira-para-alem-da-arte/
Vaivém DF:https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2019/09/04/interna_diversao_arte,780617/exposicao-ccbb-brasilia-vaivem.shtml
Vaivém RJ: https://www.sopacultural.com/noticias/exposicao-vaivem-no-ccbb-rj/
Vaivém BH : http://www.agendabh.com.br/exposicao-vaivem/






Exposição Estratégias do Feminino - 2019 
“Estratégias do Feminino”
Curadoria de Fabrícia Jordão, Daniela Thomas, Helena Severo e Rita Sepúlveda Faria
Farol Santander – Porto Alegre – RS






  A mostra reuniu 95 obras produzidas por mulheres brasileiras desde o início do século XX. Os  trabalhos de 53 artistas foram exibidas em cinco núcleos: No Calor da Luta; A Casa e a Rua; Dobras e Costura; Diários e Listas e O Corpo que Habito.

Saiba mais: https://www.premiopipa.com/2019/10/estrategias-do-feminino-expoe-trabalhos-de-53-artistas-mulheres/
Catálogo:
 https://www.academia.edu/43243343/Cat%C3%A1logo_Estrat%C3%A9gias_do_Feminino




Exposição  "Resistência"- 2019 na Casa Brasileira

São Caetano- SP 






Fotos cedidas pela Casa Brasileira

https://brazilusaonline.com/2019/04/casa-brasileira-excelencia-em-arte-cultura-e-gastronomia-em-sao-sebastiao/

https://brazilusaonline.com/2019/04/casa-brasileira-excelencia-em-arte-cultura-egastronomia-em-sao-sebastiao/






sábado, 26 de maio de 2018

Exposição "RESISTÊNCIA"






































A exposição "Resistência" foi realizada do dia 13 a 17 de março de 2018 como parte da programação do FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2018, realizado em Salvador na Bahia.
Os quadros foram expostos no Hall de entrada do auditório do Pavilhão de Aulas Glauber Rocha (antigo PAF III), local onde também aconteceu uma série de discussões em mesas temáticas sobre os povos indígenas, dentre as quais a mesa que tive o prazer de compartilhar minha experiência como artista visual juntamente com Nádia Tupinambá, Luiz Eloy Terena e Dinaman Tuxá. 






Veja mais notícias sobre a exposição em:

https://ffch.ufba.br/exposicao-de-arissana-pataxo

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/confira-destaques-culturais-do-forum-social-mundial/




terça-feira, 1 de maio de 2018

O FAZER POLÍTICO NA CONTEMPORANEIDADE- FSM 2018

Um registro do Fórum Social Mundial 
Salvador , março de 2018 
Visibilidade e maior inserção na política são os principais desafios da pauta indígena brasileira atual. Hoje, durante o Fórum Social Mundial, a Mesa Movimentos Indígenas e o Fazer Político Contemporâneo, parte da programação da Universidade Federal da Bahia, reuniu lideranças que ressaltaram esse posicionamento como uma quebra de paradigmas e início de uma nova era na luta pelos direitos desses povos.
O encontro conduzido pelo pesquisador Rafael Xucuru Kariri, atualmente em trabalho na Faculdade de Ciências Humanas da UFBA, reuniu o advogado Dinamam Tuxá - coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a artista plástica Arissana Pataxó, o advogado Luiz Eloy Terena, assessor jurídico da Apib, e a educadora e lider indígena Nádia Tupinambá, para debater com o público sobre os desafios enfrentados.
“Há uma queda de braço desigual entre os povos indígenas e os políticos. Precisamos ocupar espaços nas esferas de poder”, observou Dinamam Tuxá. Para que seja possível o “debate de igual para igual”, o advogado defende uma necessária participação político-partidária do movimento e adianta que já estão sendo articuladas em diversos estados candidaturas de lideranças indígenas para as próximas eleições.
Enquanto a Bahia terá um candidato a deputado estadual, o Brasil já tem a enfermeira Sônia Guajajara concorrendo como vice-presidente na chapa de Guilherme Boulos, pelo PSOL . “Somos o povo mais antigo desse território e é de fundamental importância a participação política para garantia de nossos direitos”, pontuou Tuxá.
Nesse contexto, a ponta de lança das reivindicações continua sendo a garantia dos territórios indígenas. “Hoje é a nossa grande luta, na qual estão implicadas todas as outras questões, sejam culturais, sociais ou ambientais”, explicou Arissana Pataxó. Com seu trabalho de temática indígena a artista contribui para a visibilidade da causa. Como parte da programação do Fórum, ela realiza a exposição Resistência, reunindo dez de seus quadros.
“Acredito que as obras sejam uma janela para um possível diálogo. Na medida em que as pessoas têm seu interesse despertado pela arte, são capazes de perceber a nossa presença no cotidiano e, consequentemente, a necessidade da garantia de nossos direitos”, afirmou a artista plástica.
O advogado Luiz Eloy Terena lembrou que esse protagonismo indígena está se fazendo cada vez mais presente. “Têm sido frequentes nossas ocupações e mobilizações. Nossas comunidades estão, em várias instâncias, fazendo política e há muito denunciamos práticas nocivas no Congresso Nacional, por exemplo. É algo em que temos muito a contribuir para a sociedade. Estamos lutando pelos nossos direitos e vocês deveriam fazer o mesmo”, incentivou.
Posição partilhada pela educadora Nádia Tupinambá, que apontou para o imperativo da união de forças na luta por uma realidade diferente. “É hora da mudança, temos que mostrar o que somos e porque precisamos ocupar esse espaço. E não estamos fazendo só por nós, mas por todo o país”, ressaltou. Lembrando o lema do Fórum – Um outro mundo é possível – Nádia Tupinambá conclamou o público a participar. “É possível? Então comecemos a fazer nossa parte. Se querem se juntar a nós, sejam bem-vindos!”.
A mesa Movimentos Indígenas e o Fazer Político Contemporâneo integra o eixo temático “Povos Indígenas”, do Fórum Social Mundial, que terá suas atividades basicamente concentradas no Pavilhão Glauber Rocha (antigo PAF III). Também foram realizadas ontem as mesas Proteção e Promoção dos Povos Indígenas Isolados e A Pesquisa e o Ensino das Línguas Indígenas na Bahia e os Desafios da Educação Escolar Diferenciada. Além disso, foi exibido o documentário Piripkura, que mostra dois sobreviventes do povo Piripkura, que vive em uma área protegida da floresta amazônica cercado por fazendas e madeireiras.
Ainda em sintonia com a questão indígena brasileira contemporânea, a UFBA exibe a exposição “Índios Korubo: Vale do Javari”, do fotógrafo Sebastião Salgado, uma referência na fotografia internacional também quando se pensa em denúncias sociais. A mostra é composta por 15 fotografias e chama atenção para os desafios e formas de resistência de uma tribo que apenas recentemente entrou em contato com os não índios. A consequência dessa aproximação é que hoje os índios estão vulneráveis não só a doenças comuns para outros povos, para as quais não possuem resistência, como também enfrentam as pressões econômicas dos que desejam explorar seu território.


Fonte : https://www.ufba.br/ufba_em_pauta/ind%C3%ADgenas-querem-maior-inser%C3%A7%C3%A3o-na-pol%C3%ADtica-brasileira

Exposição Coletiva Urbanidades[2]: subterrâneos - 2016



"Urbanidades [2]: Subterrâneos" 
  08 de outubro 2016 à 11 de dezembro 2016, na Casa de Cultura e Ética "Mirante do Solar".
Ilha de Itaparica/BA.



Artistas integrantes: Artur Rego, Bela Amado, Bem Comum (Felipe Caires, Ines Linke, Marina Alfaya, Bianca Soares e Laercio Souza, Corre-corre (Bruna Ricci, Elisa Caribé Fernanda Sestelo, Igor Bunchaft, Leo Vieira e Samira Nader), Carol Sylos, Carolina Érika, Cláudia Araújo, Daniel Passos, Gabriela Rabelo, Ines Linke, Isabela Maranhã, Isabela Seifarth, Leandro Torquato, Letícia Grappi, Lucas Mucarzel, Luciana Santana, Milena Santos, Nadine Nascimento, Orlando Dantas, Paula Moreira, Pedro Alban, Pirulito, Xico Diniz, Acervo da Laje, Adalberto Alves, Ana Paula Pessoa, Ana Verana, Arissana Pataxó, Clarice Machado , Cristiano Piton, Davi Caramelo, Erivan Moraes, Fábio Duarte, Felix Caetanno, Grupo Úbere - Davi Bernardo, Josemar Antônio e Tanile Maria, João Oliveira, Márcio Lima, Marie Primavera, Marie Thauront, Mariana David, Marina Alfaya, Mayra Lins, Lara Perl, Pablo Cordier, Paulo Coqueiro, Pasqualino Magnavita, Rosa Bunchaft, Solange Valladão, Takeo Komorizono, Talitha Andrade e Wylliams Martins.

Exposição Coletiva "Pimeässä en ole neliraajainen" 2017


"Pimeässä en ole neliraajainen" (no escuro eu não tenho quatro membros), Centro de Trøndelag para Arte Contemporânea, Trondheim, Noruega.2017















http://www.samtidskunst.no/events/in-the-dark-curator-jussi-koitela/

segunda-feira, 11 de julho de 2016

I SALÃO DE ARTE INDÍGENA NA BAHIA

Durante os meses de abril, maio e junho a cidade de Porto Seguro recebeu a exposição de arte  dos povos indígenas na Bahia, com curadoria de Carla Camuso. Foram expostos ao público objetos utilitários de cerâmicas, cestarias, esculturas , dentre outros. Também pude participar com uma pintura em tela, representando um momento do awê durante os jogos Pataxó de Coroa Vermelha.



Memória Pataxó, acrílica sobre tela, 2016, 200x120,





sábado, 18 de outubro de 2014

Visita Ilustre- entrevista

 


O Espaço do Conhecimento UFMG recebeu na última semana a visita da artista Arissana Braz. Natural e residente do estado da Bahia, a pataxó tem um dos seus quadros expostos na ¡MIRA! – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas, e nesta visita ao museu pôde conferir o resultado da exposição pela primeira vez. Em uma conversa rápida com o núcleo de Comunicação do Espaço do Conhecimento, Arissana falou sobre seu trabalho e sua experiência no museu.
– Como foi visitar pela primeira vez a ¡MIRA!?
Foi muito bom! Acredito que um trabalho como este é inédito, não vi uma exposição que juntasse tantos artistas indígenas – e de vários países. A ¡MIRA! é mesmo bem inovadora nesse sentido: traz uma diversidade muito grande e mostra que os povos indígenas, além de usarem técnicas artísticas milenares, técnicas dos ancestrais, usam também a tecnologia. Não posso falar pelos outros, mas acredito que, como eu, muitos dos artistas também tenham o propósito de refletir sobre o mundo contemporâneo em que os povos indígenas estão inseridos. Em trazer à tona a memória do seu povo, a história, os mitos, os sonhos, a filosofia e a estética. Nisso, cada obra é bem própria…
Arissana Braz posa ao lado de sua obra na exposição ¡MIRA! – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas
– Quais são os locais em que a arte contemporânea indígena tem ganhado mais espaço?
Isso vai depender muito do esforço do indígena. Poucas pessoas têm a mesma atitude de Inês [Maria Inês de Almeida, curadora da exposição]. Aí vai muito do artista, do esforço de cada um para se inserir, participar de editais para publicação ou seleção de obras em exposições, em salões, bienais. A maioria das exposições que eu fiz foi me inscrevendo, montando a exposição sozinha. Claro, sempre contei com a ajuda de algumas pessoas, mas sempre partiu de mim a vontade de montar a exposição, de correr atrás do espaço. Se você não procura ninguém vai ceder, ninguém vai saber que você quer expor. Não é um trabalho fácil, em que você possa ficar em casa esperando as pessoas te convidarem. Se quiser mostrar tem que ficar de olho para achar parceiros para contribuir, para conseguir recursos.
– Você pode nos falar um pouco da história do seu quadro que está na exposição?
Na verdade, não tem muita história (risos)… É uma prima minha. Quando eu desenho a figura humana o meu objetivo é justamente trazer o retrato do povo pataxó, trazer à tona esse povo que às vezes não é visto. Seja os gestos, o jeito de sorrir, a fisionomia… Quando eu exponho essas figuras humanas meu objetivo é mostrar a cara desse povo, cara no sentido de rosto, mesmo. Mostrar que é um povo diferente mas, que de certa forma, é igual às outras pessoas. Que é um povo que vive, não está no passado, não está morto. Eu poderia muito bem pintar obras que não estão relacionadas aos povos indígenas, mas quando faço essa opção eu busco que as pessoas conheçam o povo pataxó, conheçam a realidade indígena e se interessem, queiram saber mais. Nesse sentido minha obra tem o objetivo de funcionar como uma porta. E quando você expõe o seu povo você faz com que as pessoas tenham interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre ele. Se aprofundando, elas passam a conhecer. Conhecendo, aos poucos esse estereótipo que muita gente traz sobre os indígenas é quebrado.

domingo, 7 de setembro de 2014

Mira - Entrevista

Exposição Mira apresenta obras de arte contemporânea indígena

Estilo vem ganhando cada vez mais espaço em museus do Brasil e no exterior             


 Cotidiano da comunidade indígena é forte fonte de inspiração para as obras reunidas na exposição Mira (Foto: Reprodução)

Na exposição Mira, "Olhe" em espanhol, estão presentes obras feitas por artistas de descendência indígena. Pinturas, fotos, desenhos, esculturas e bordados: todos compostos sem economia na combinações de cores, como o quadro de 2 metros da mulher arco-íris ou as representações entalhadas na madeira de uma aldeia.
 Com uma seleção de 54 artistas, neste encontro proposto pela exposição estão traços de 5 países: Brasil, Bolívia, Equador, Peru e Colômbia. Um dos quadros, o retrato de uma menina pataxó, chamou a atenção da curadora, Maria Inês de Almeida:
- Desde o primeiro momento que vi, me lembrei da Monalisa, conta.
A pintura em questão retrata a prima da artista plástica Arissana Bonfim, indígena da comunidadede Coroa Vermelha, em Santa Cruz de Cabrália (BA). Sobre seu processo criativo, Arissana diz:
 - É um trabalho de fazer e refazer. Eu começo a pintar de repente: coloco uma cor, não quero e jogo outra cor por cima e é um trabalho assim, incansável, pois parece que a obra nunca vai ficar pronta, explica.
Sobre a formação artística, que lhe permitiu juntar conhecimento tradicional indígena e técnicas de arte contemporânea, Arissana completa:
- A faculdade contribuiu muito. Pude aperfeiçoar meu talento, aprimorei mais o desenho da figura humana, pude conhecer outros artistas, outros trabalhos e aprender novas técnicas também, como vídeo e outros trabalhos que pude realizar.


Para assistir ao vídeo da  reportagem acesse: http://redeglobo.globo.com/como-sera/videos/t/edicoes/v/exposicao-mira-apresenta-elementos-do-cotidiano-dos-indios/3610812/

Fonte:   http://redeglobo.globo.com/como-sera/noticia/2014/09/exposicao-mira-apresenta-obras-de-arte-contemporanea-indigena.html

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A EXPOSIÇÃO ITINERANTE MIRA ESTÁ EM BRASÍLIA

¡Mira! - Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas


Uma oportunidade do público da capital conhecer o pensamento e a perspectiva indígena em meio às artes visuais contemporâneas, mostra fica em cartaz até 02 de fevereiro.
Formas, cores e ideias dos povos originários da América do Sul compõem a exposição ¡Mira! – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas, está em cartaz nas galerias da Casa da Cultura da América Latina (CAL) da Universidade de Brasília (UnB). A mostra reúne pela primeira vez no país pinturas, desenhos, cerâmicas, esculturas, vídeos e fotografias de artistas indígenas da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador e Peru.
Idealizada e lançada no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, em junho deste ano, a exposição tem a proposta de trazer ao público as novas estéticas dos povos ameríndios, em que os autores produzem arte aliando saber tradicional às modernas tecnologias. 
“As artes visuais que alguns indígenas estão fazendo, expondo e vendendo, entram em nosso mercado, na cidade grande, como objetos e signos de outras realidades”, explica Maria Inês de Almeida, curadora e coordenadora da exposição. “O que difere suas peças dos objetos e signos tradicionais, frutos da cultura oral, são a tensão e a perturbação, algo que um indivíduo é capaz de expressar quando vê o mundo de longe”, completa.
“A produção simbólica do povo Aymara traz consigo uma enorme carga de conhecimento, de saberes, de tradições, que foram sendo transmitidos através de distintas linguagens artísticas e distintos suportes. Meu trabalho é  retransmissão do conhecimento utilizando como suporte a linguagem visual como a pintura”, explica Dennys Huanca, artista do povo indígena Aymara, que vive nos Andes da Bolívia.
O projeto partiu do Núcleo de Pesquisas Literaterras da UFMG, dedicado à literatura feita por autores indígenas, e é resultado de uma pesquisa realizada por uma equipe formada por antropólogos, comunicadores e indigenistas, que percorreu milhares de quilômetros em busca da arte indígena latino-americana. Foram levantadas mais de 300 obras. Depois, um conselho curador, composto por especialistas em artes visuais, escolheu mais de 100 obras de artistas de diferentes etnias.
Em Belo Horizonte, a exposição foi dividida em três núcleos: Cosmovisões , Paisagens e História e violência. “Indígenas vivendo de arte é novidade até nas aldeias”, observa Maria Inês. “Se na Semana de Arte Moderna de 1922 vimos artistas brancos antropofagizando a arte indígena, agora criadores indígenas fazem o mesmo com estéticas de outras culturas”, explica.
Na busca pelo diálogo intercultural, e através de múltiplas linguagens, a exposição promove o intercâmbio entre as novas experiências artísticas desenvolvidas pelos povos indígenas da América do Sul. “A Mira é um encontro que enriquece a minha experiência artística como também me faz conhecer e aprender sobre as outras culturas”, conta Brus Rubio, artista da etnia Bora-Huitoto do Peru.
O evento é uma realização do  Centro Cultural da UFMG, Decanato de Extensão e Casa da Cultura da América Latina. A mostra ficará em cartaz em Brasília até 02 de fevereiro de 2014. 
Serviço
¡Mira! – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas
Visitação: até 2 de fevereiro de 2014, todos os dias das 9h às 18h
Local: Galerias Acervo, CAL e de Bolso da CAL (SCS Quadra 4, Edifício Anápolis).Telefone: 61 3321.5811
Entrada franca
Classificação livre
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Exposição MIRA! Revela a arte contemporânea indígena da América do Sul



Formas, cores e ideias dos povos originários da América do Sul na atualidade. O Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, lançará, no dia 14 junho, a exposição ¡Mira! – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas. A mostra reunirá, pela primeira vez no país, obras de artistas indígenas da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador e Peru. 
Pinturas, desenhos, cerâmicas, esculturas, vídeos e fotografias estarão expostos durante dois meses em um dos mais antigos edifícios (recém- restaurado) do centro histórico da capital mineira. A proposta do Centro Cultural é trazer ao público as novas estéticas dos povos ameríndios, em que os autores produzem arte aliando saber tradicional às modernas tecnologias. 
“As artes visuais que alguns indígenas estão fazendo, expondo e vendendo, entram em nosso mercado, na cidade grande, como objetos e signos de outras realidades”, explica Maria Inês de Almeida, curadora e coordenadora da exposição. “O que difere suas peças dos objetos e signos tradicionais, frutos da cultura oral, são a tensão e a perturbação, algo que um indivíduo é capaz de expressar quando vê o mundo de longe”, completa a diretora do Centro Cultural.
¡Mira! e´ resultado de uma pesquisa realizada por uma equipe formada por antropólogos, comunicadores e indigenistas, que percorreu milhares de quilômetros em busca da arte indígena latino-americana. Foram levantadas mais de 300 obras de 75 artistas de 30 etnias diferentes. Depois, um conselho curador, composto por especialistas em artes visuais, escolheu mais de 100 obras para a exposição. 

Na busca pelo diálogo intercultural, e através de múltiplas linguagens, a exposição ¡Mira! promove algo inédito: o intercâmbio entre as novas experiências artísticas desenvolvidas pelos povos indígenas da América do Sul. É também a oportunidade do público conhecer o pensamento e a perspectiva indígena em meio às artes visuais contemporâneas.





CATÁLOGO :http://www.centoequatro.org/wp-content/uploads/2013/06/mira_mostra.pdf

Fonte:https://www.ufmg.br/centrocultural/mira!_apresenta%E7%E3o.htm
Mais informações:https://www.ufmg.br/centrocultural/mira!.htm
Acompanhe notícias e veja vídeos dos artistas na página: https://www.facebook.com/MiraArtesVisuaisContemporaneasDosPovosIndigenas

domingo, 30 de outubro de 2011

Exposição Coletiva Internacional REVELAÇOES E FORMAS

Quem tiver oportunidade visite a exposição da qual eu também estou participando!
Período : 30-10-2011 a 06-12-2011
Local: Museu de Arte de Montenegro-RS

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Exposição Internacional EcoArt

Quem tiver oportunidade visite a exposição:



Estou participando da exposição com uma obra ( a 1º da esquerda pra direita )

Fonte da fotografia:http://artessemfronteiras.blogspot.com/


Mais fotografia e vídeos da exposição acesse:


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Convite para a Exposição:


Pessoal é com grande satisfação que convido a todos para a abertura da minha exposição de conclusão do Curso de Artes Plásticas nesta quinta-feira dia 10 de Dezembro às 18:00 h. no Museu de Arqueologia e Etnologia, localizado no Terreiro de Jesus -Pelourinho.Embaixo no Museu Afro. Coloque na sua agenda!!!!

A exposição intitulada KAHAB KITOKIP composta por obras de diferentes técnicas traz uma abordagem do cotidiano das crianças Pataxó das aldeias Coroa Vermelha e Barra velha localizadas no extremo Sul da Bahia destacando suas relações com o meio em que vivem.




SENSO PLURAL - exposição coletiva de conclusão de curso