sexta-feira, 4 de junho de 2021

Pintura Mural


Nioktoyná Koxuk, 2019. 
Pintura Mural , Sesc Santo André- SP
 




Fotos: Arquivo pessoal

https://www.abcdoabc.com.br/santo-andre/noticia/sesc-santo-andre-realiza-projeto-abril-indigena-79307

Entrevista " Diversos " 2019


















Livro com fotos e narrativas que relatam a história de artistas e suas obras 

Leia as entrevistas ou baixe o livro : https://diversos.art.br/livro/
Galeria de fotos: https://diversos.art.br/galeria-arissana/

Exposições 2019-2020

Exposição Vaivém 2019-2020

Com curadoria de Raphael Fonseca a mostra itinerante que percorreu os CCBBs de São Paulo, Brasília,  Rio de Janeiro e Belo Horizonte reuniu  mais de 300 obras de 141 artistas, entre eles, 32 indígenas.  Pinturas, esculturas, instalações, performances, fotografias, vídeos, revistas em quadrinhos e documentos fizeram parte da exposição.










Imagem parte do vídeo "Rede de Tucum" 2020 



Fotografia das obras exposta na exposição,
à direita projeção do vídeo "Rede de Tucum 2020" de Arissana Pataxó.
 Crédito da foto: Rafael Adorjan

Veja mais:
https://raphaelfonseca.net/Vaivem

Vaivém SP:https://artebrasileiros.com.br/arte/critica/vaivem-trata-da-cultura-brasileira-para-alem-da-arte/
Vaivém DF:https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2019/09/04/interna_diversao_arte,780617/exposicao-ccbb-brasilia-vaivem.shtml
Vaivém RJ: https://www.sopacultural.com/noticias/exposicao-vaivem-no-ccbb-rj/
Vaivém BH : http://www.agendabh.com.br/exposicao-vaivem/






Exposição Estratégias do Feminino - 2019 
“Estratégias do Feminino”
Curadoria de Fabrícia Jordão, Daniela Thomas, Helena Severo e Rita Sepúlveda Faria
Farol Santander – Porto Alegre – RS






  A mostra reuniu 95 obras produzidas por mulheres brasileiras desde o início do século XX. Os  trabalhos de 53 artistas foram exibidas em cinco núcleos: No Calor da Luta; A Casa e a Rua; Dobras e Costura; Diários e Listas e O Corpo que Habito.

Saiba mais: https://www.premiopipa.com/2019/10/estrategias-do-feminino-expoe-trabalhos-de-53-artistas-mulheres/
Catálogo:
 https://www.academia.edu/43243343/Cat%C3%A1logo_Estrat%C3%A9gias_do_Feminino




Exposição  "Resistência"- 2019 na Casa Brasileira

São Caetano- SP 






Fotos cedidas pela Casa Brasileira

https://brazilusaonline.com/2019/04/casa-brasileira-excelencia-em-arte-cultura-e-gastronomia-em-sao-sebastiao/

https://brazilusaonline.com/2019/04/casa-brasileira-excelencia-em-arte-cultura-egastronomia-em-sao-sebastiao/






sábado, 28 de setembro de 2019

Encontros/ Oficinas


Conversa- performance - 13º Edição do IC Encontro de Artes 2019
Salvador- Bahia

Imagens da "Conversa-performance sobre arte, processos artísticos, territórios e outras coisas mais… "



Imagens: arquivo pessoal





Imagens: arquivo pessoal



"O IC é uma iniciativa artística independente, contemporânea e desafiadora, concebida de forma continuada e impulsora de instigantes processos para a produção cultural da Bahia e do Brasil. O projeto abre espaço para articulações, reflexões e intercâmbios como uma plataforma pluriartística de criação e difusão, intermeando os campos das artes, além da crítica artística e da comunicação. Tudo sustentado em princípios como experimentação, deslocamento, risco, livres relações entre processo e produto, flexibilidade e criticidade. Cada edição é atravessada por uma questão simbólica que orienta o processo curatorial e a composição da programação, em consonância com aquilo que move a criação de artistas em diferentes partes do mundo, em associação com as pesquisas dos próprios artistas-curadores-produtores: Ellen Mello, Fábio Osório Monteiro, Jorge Alencar, Leonardo França e Neto Machado." 

Fonte: https://www.icencontrodeartes.com.br/









Oficina de produção de tintas naturais e pintura corporal com crianças do SESC Santo André e São Caetano- Projeto Abril Indígena 2019



Crianças Sesc Santo André- Arquivo pessoal








Imagens - arquivo pessoal


Tendo em vista o cenário atual e a urgência em debater a questão territorial da forma mais ampla possível, o Sesc Santo André realizou o Abril Indígena9 6 a 28 ) , projeto em rede do Sesc São Paulo que, por meio de rodas de conversa, oficinas, apresentações e diversas manifestações culturais, abordou a luta política em que os diversos povos estão engajados, assim como evidenciou o protagonismo dos indígenas enquanto cidadãos brasileiros ativos, potentes defensores dos direitos que visam uma sociedade mais equitativa e democrática.

Fonte notícia: https://www.abcdoabc.com.br/santo-andre/noticia/sesc-santo-andre-realiza-projeto-abril-indigena-79307






Oficina Pintura Corporal - IV Semana Indígena do IFBA Campus Seabra 

Compartilho aqui alguns momentos da oficina de pintura corporal realizada em 2018, durante a IV Semana Indígena do IFBA Campus Seabra 
 1ª Pré-Jornada Agroecológica : Tempo de arar, tempo de colher.




fotos: arquivo pessoal










Notícia: https://leoricardonoticias.com.br/2018/dia-a-dia/indigenas-de-tres-estados-participam-de-evento-na-chapada-diamantina-seabra-sedia-evento-organizado-pelo-ifba/

quinta-feira, 2 de maio de 2019

MARATONA DE ARTE INDÍGENA



























TAKAP , 2018
técnica mista sobre parede- Intervenção feita na Caixa Cultural - Salvador-BA

Obra produzida em "ateliê ao vivo" para compor as atividades da Maratona de Arte Indígena, evento que integrou a exposição: " O Tempo dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália" na Caixa Cultural Salvador.

Sob curadoria de Clay D'Paula, Adrian Newstead e Djon Mundine a exposição , que já passou por diversas cidades do país, reúne mais de 40 obras produzidas com técnicas diversas, tais como pinturas, esculturas, litografia e bark paintings, pintura sobre entre casca de eucalipto, típica do norte tropical da Austrália, que constitui uma das expressões artísticas mais antigas do mundo, com mais de 40 mil anos.Compõem o acervo obras  da Coo-ee Art Gallery, a galeria mais antiga e respeitada em arte aborígene da Oceania. Os trabalhos artísticos representam um período de 45 anos, desde o despertar da comercialização da arte aborígene contemporânea na década de 1970 até o presente.

Fotos: Tales Bedeschi
https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2018/08/28/arte-indigena-e-destaque-da-mostra-gratuita-o-tempo-dos-sonhos-em-salvador.ghtml

sábado, 26 de maio de 2018

Exposição "RESISTÊNCIA"






































A exposição "Resistência" foi realizada do dia 13 a 17 de março de 2018 como parte da programação do FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2018, realizado em Salvador na Bahia.
Os quadros foram expostos no Hall de entrada do auditório do Pavilhão de Aulas Glauber Rocha (antigo PAF III), local onde também aconteceu uma série de discussões em mesas temáticas sobre os povos indígenas, dentre as quais a mesa que tive o prazer de compartilhar minha experiência como artista visual juntamente com Nádia Tupinambá, Luiz Eloy Terena e Dinaman Tuxá. 






Veja mais notícias sobre a exposição em:

https://ffch.ufba.br/exposicao-de-arissana-pataxo

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/confira-destaques-culturais-do-forum-social-mundial/




terça-feira, 1 de maio de 2018

MEMÓRIA DA OFICINA NO FESTIVAL DE INVERNO DA UFMG - 2017

Postando aqui algumas memórias das atividades realizadas na oficina de Pintura Corporal e grafismo Indígena realizada no 49º Festival de Inverno da UFMG.

O FAZER POLÍTICO NA CONTEMPORANEIDADE- FSM 2018

Um registro do Fórum Social Mundial 
Salvador , março de 2018 
Visibilidade e maior inserção na política são os principais desafios da pauta indígena brasileira atual. Hoje, durante o Fórum Social Mundial, a Mesa Movimentos Indígenas e o Fazer Político Contemporâneo, parte da programação da Universidade Federal da Bahia, reuniu lideranças que ressaltaram esse posicionamento como uma quebra de paradigmas e início de uma nova era na luta pelos direitos desses povos.
O encontro conduzido pelo pesquisador Rafael Xucuru Kariri, atualmente em trabalho na Faculdade de Ciências Humanas da UFBA, reuniu o advogado Dinamam Tuxá - coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a artista plástica Arissana Pataxó, o advogado Luiz Eloy Terena, assessor jurídico da Apib, e a educadora e lider indígena Nádia Tupinambá, para debater com o público sobre os desafios enfrentados.
“Há uma queda de braço desigual entre os povos indígenas e os políticos. Precisamos ocupar espaços nas esferas de poder”, observou Dinamam Tuxá. Para que seja possível o “debate de igual para igual”, o advogado defende uma necessária participação político-partidária do movimento e adianta que já estão sendo articuladas em diversos estados candidaturas de lideranças indígenas para as próximas eleições.
Enquanto a Bahia terá um candidato a deputado estadual, o Brasil já tem a enfermeira Sônia Guajajara concorrendo como vice-presidente na chapa de Guilherme Boulos, pelo PSOL . “Somos o povo mais antigo desse território e é de fundamental importância a participação política para garantia de nossos direitos”, pontuou Tuxá.
Nesse contexto, a ponta de lança das reivindicações continua sendo a garantia dos territórios indígenas. “Hoje é a nossa grande luta, na qual estão implicadas todas as outras questões, sejam culturais, sociais ou ambientais”, explicou Arissana Pataxó. Com seu trabalho de temática indígena a artista contribui para a visibilidade da causa. Como parte da programação do Fórum, ela realiza a exposição Resistência, reunindo dez de seus quadros.
“Acredito que as obras sejam uma janela para um possível diálogo. Na medida em que as pessoas têm seu interesse despertado pela arte, são capazes de perceber a nossa presença no cotidiano e, consequentemente, a necessidade da garantia de nossos direitos”, afirmou a artista plástica.
O advogado Luiz Eloy Terena lembrou que esse protagonismo indígena está se fazendo cada vez mais presente. “Têm sido frequentes nossas ocupações e mobilizações. Nossas comunidades estão, em várias instâncias, fazendo política e há muito denunciamos práticas nocivas no Congresso Nacional, por exemplo. É algo em que temos muito a contribuir para a sociedade. Estamos lutando pelos nossos direitos e vocês deveriam fazer o mesmo”, incentivou.
Posição partilhada pela educadora Nádia Tupinambá, que apontou para o imperativo da união de forças na luta por uma realidade diferente. “É hora da mudança, temos que mostrar o que somos e porque precisamos ocupar esse espaço. E não estamos fazendo só por nós, mas por todo o país”, ressaltou. Lembrando o lema do Fórum – Um outro mundo é possível – Nádia Tupinambá conclamou o público a participar. “É possível? Então comecemos a fazer nossa parte. Se querem se juntar a nós, sejam bem-vindos!”.
A mesa Movimentos Indígenas e o Fazer Político Contemporâneo integra o eixo temático “Povos Indígenas”, do Fórum Social Mundial, que terá suas atividades basicamente concentradas no Pavilhão Glauber Rocha (antigo PAF III). Também foram realizadas ontem as mesas Proteção e Promoção dos Povos Indígenas Isolados e A Pesquisa e o Ensino das Línguas Indígenas na Bahia e os Desafios da Educação Escolar Diferenciada. Além disso, foi exibido o documentário Piripkura, que mostra dois sobreviventes do povo Piripkura, que vive em uma área protegida da floresta amazônica cercado por fazendas e madeireiras.
Ainda em sintonia com a questão indígena brasileira contemporânea, a UFBA exibe a exposição “Índios Korubo: Vale do Javari”, do fotógrafo Sebastião Salgado, uma referência na fotografia internacional também quando se pensa em denúncias sociais. A mostra é composta por 15 fotografias e chama atenção para os desafios e formas de resistência de uma tribo que apenas recentemente entrou em contato com os não índios. A consequência dessa aproximação é que hoje os índios estão vulneráveis não só a doenças comuns para outros povos, para as quais não possuem resistência, como também enfrentam as pressões econômicas dos que desejam explorar seu território.


Fonte : https://www.ufba.br/ufba_em_pauta/ind%C3%ADgenas-querem-maior-inser%C3%A7%C3%A3o-na-pol%C3%ADtica-brasileira

Exposição Coletiva Urbanidades[2]: subterrâneos - 2016



"Urbanidades [2]: Subterrâneos" 
  08 de outubro 2016 à 11 de dezembro 2016, na Casa de Cultura e Ética "Mirante do Solar".
Ilha de Itaparica/BA.



Artistas integrantes: Artur Rego, Bela Amado, Bem Comum (Felipe Caires, Ines Linke, Marina Alfaya, Bianca Soares e Laercio Souza, Corre-corre (Bruna Ricci, Elisa Caribé Fernanda Sestelo, Igor Bunchaft, Leo Vieira e Samira Nader), Carol Sylos, Carolina Érika, Cláudia Araújo, Daniel Passos, Gabriela Rabelo, Ines Linke, Isabela Maranhã, Isabela Seifarth, Leandro Torquato, Letícia Grappi, Lucas Mucarzel, Luciana Santana, Milena Santos, Nadine Nascimento, Orlando Dantas, Paula Moreira, Pedro Alban, Pirulito, Xico Diniz, Acervo da Laje, Adalberto Alves, Ana Paula Pessoa, Ana Verana, Arissana Pataxó, Clarice Machado , Cristiano Piton, Davi Caramelo, Erivan Moraes, Fábio Duarte, Felix Caetanno, Grupo Úbere - Davi Bernardo, Josemar Antônio e Tanile Maria, João Oliveira, Márcio Lima, Marie Primavera, Marie Thauront, Mariana David, Marina Alfaya, Mayra Lins, Lara Perl, Pablo Cordier, Paulo Coqueiro, Pasqualino Magnavita, Rosa Bunchaft, Solange Valladão, Takeo Komorizono, Talitha Andrade e Wylliams Martins.

Exposição Coletiva "Pimeässä en ole neliraajainen" 2017


"Pimeässä en ole neliraajainen" (no escuro eu não tenho quatro membros), Centro de Trøndelag para Arte Contemporânea, Trondheim, Noruega.2017















http://www.samtidskunst.no/events/in-the-dark-curator-jussi-koitela/

sábado, 7 de outubro de 2017

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

CineOP- Mostra de Cinema de Ouro Preto

Compartilho aqui minha pequena participação no CineOP- Mostra de Cinema em Ouro Preto no dia 24 de junho de 2017. Participei da mesa que discutiu sobre o papel da imagem: podem as imagens matar, salvar, transformar?
Qual é o poder do audiovisual?



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cultura em Movimento

Cultura em Movimento tem como objetivo "destacar e homenagear pessoas que participam da construção e transformação do setor cultural no estado, esse é o objetivo da série Cultura em Movimento. Toda semana um novo perfil será lançado nos canais da SecultBA, apresentando um pouco do trabalho, da vida e dos sonhos dessa gente que faz a cultura acontecer".

Essa semana fui homenageada com o meu perfil.
Agradeço a Secult pela iniciativa!

Cultura em Movimento - Perfil: Arissana Pataxó
Arissana PataxóIdade: 33 anos
Profissão: Professora e Artista Plástica

As duas profissões (professora e artista plástica) vieram cedo à vida de Arissana. Aos dezenove anos começou a lecionar na Escola Indígena Pataxó da Aldeia Coroa Vermelha, localizada no extremo Sul da Bahia, ao passo que despertava em si o desejo de retratar seu mundo em telas. Veio a Salvador e se formou Artes Plásticas na UFBA e depois se tornou mestre em Estudos Étnicos e Africanos. Esses dois mundos permeiam sua vida desde então. O da arte que ela escolheu para gritar ao mundo a temática indígena e o da educação em que no dia a dia do fazer de professora, Arissana se dedica através de uma prática intercultural, dialogar, discutir e refletir sobre os conhecimentos específicos do povo Pataxó e conhecimentos gerais da arte situando-os como cidadãos do Brasil e do mundo.


Leia o perfil completo em:
http://www.cultura.ba.gov.br/2017/04/13480/Cultura-em-Movimento-Perfil-Arissana-Pataxo.html

Conheça outros perfil em:
http://www.cultura.ba.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=122

sexta-feira, 17 de março de 2017

Premiados no PIPA Online 2016

No ano de 2016 a categoria on-line do PIPA aconteceu em dois turnos entre 17 de julho a 7 de agosto. Dentre os 63 artistas que participaram do 1º turno, apenas 10 conquistaram mais de 500 votos e passaram para a 2ª fase. Em uma disputa muito acirrada, decidida nas últimas horas de votação, Jaider Esbell foi o vencedor (com 3789 votos) e Arissana Pataxó a 2ª colocada (com 3686).
Em sete edições, este foi o primeiro ano em que três artistas indígenas foram indicados ao Prêmio e os três disputaram o 2º turno da votação on-line (Isaías Sales também participou da votação). Neste vídeo Esbell, índio Macuxi da Amazônia, e Pataxó, que incorporou sua etnia ao nome, contam a experiência de concorrer nesta categoria em que o vencedor é definido pelo voto do público na internet.
Nesta conversa exclusiva, Jaider aponta a disseminação popular de sua obra e sua satisfação em alcançar um maior número de pessoas para apresentar a realidade de sua cultura, assim como Arissana, que relata como a premiação levou até mesmo quem já era próximo a entrar mais em contato com sua obra.
Fonte:http://www.premiopipa.com/2016/08/conheca-o-vencedor-do-pipa-online-2015-assista-ao-anuncio-2/

sábado, 12 de novembro de 2016

Prêmio Arte Laguna

INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ 14 DE DEZEMBRO DE 2016

O Prêmio Arte Laguna é um prêmio internacional de arte, com o objetivo de promover a Arte Contemporânea.

A seleção das obras apresentadas será realizada por um júri internacional composto por: diretores de museus,cruradores e críticos de arte.

O Prêmio é aberto a todos os artistas, sem limites de idade, sexo, nacionalidade ou outra especificação. Cada artista poderá participar com uma ou mais obras em mais de uma categoria. Abaixo seguem as especificações técnicas:
Pintura
obras realizadas com total liberdade de estilo e técnica (óleo, têmpera, acrílico, tinta, vinil, aquarela, grafite, lápis, colagem, etc.) em qualquer suporte (tela, papel, madeira, plástico, ferro, etc.). As dimensões máximas permitidas são de 175 centímetros para cada lado.
Escultura e Instalação
obras criadas com qualquer tipo de material orgânico ou inorgânico. As mesmas podem fazer uso de sons, luzes, vídeos, movimentos mecânicos ou elétricos. As dimensões máximas permitidas são: base de 4 metros, profundidade de 4 metros, 8 metros de altura e não há limite de peso.
Arte Fotográfica
fotografias em suporte analógico ou digital, fotografias com processamento digital. O tamanho máximo permitido é de 175 cm de cada lado.
Vídeo arte
vídeo, filme e obras realizadas com todas as técnicas de animação em qualquer tipo de suporte digital e/ou analógico. Deverão durar um máximo de 15 (quinze) minutos, incluir título de abertura e créditos finais.
Performance
performance realizada por um ou mais artistas, utilizando qualquer tipo de técnica e/ou forma expressiva, e com o auxílio de qualquer material de suporte produzido pelo artista. Os artistas finalistas se exibirão na noite de inauguração apresentando a performance em uma versão que não ultrapasse 10 (dez) minutos.
Arte Virtual
obras inteiramente realizadas pelo computador ou fazendo o uso de aplicações e dispositivos digitais: vídeos, instalações, performances nas quais o uso das mídias digitais desempenhem um papel significativo em termos de processo criativo e de conteúdo; net art, programas de computador, dispositivos interativos, videogames, projetos de realidade aumentada, prototipagem rápida, etc. As obras que prevêem montagem deverão adaptar-se ao espaço expositivo colocado à disposição.
Gráfica Digital
imagens geradas ou editadas por computador, tablet, smartphone, aplicações, onde a intervenção tecnológica seja predominante. Os trabalhos podem ser configurados em um monitor ou impressos em mídias bidimensionais com um tamanho máximo de 175 cm de cada lado.
Arte da paisagem/Land Art – realizada com o apoio da Pentagram Stiftung.
projetos de obras da paisagem, nos quais os interventos artísticos interagem diretamente com o próprio ambiente. Não há restrição para a escolha do lugar da intervenção. Os trabalhos devem valorizar a natureza e suas características, em linhas gerais, o ambiente ou a paisagem onde estão inseridos.

Inscreva-se para concorrer:

6 Prêmios em dinheiro de € 42.000
Importante exposição coletiva no Arsenal de Veneza
5 Exposições em galerias internacionais de arte
1 Prêmio Sustentabilidade e Arte
5 Colaborações em empresas
9 Residências Artísticas
3 Festivais Internacionais
Publicação de um catálogo

Para mais informações e inscrições acesse:

http://www.artelagunaprize.com/pt

http://www.artelagunaprize.com/pt/inscricao


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Uma entrevista para a Revista Cláudia.

Revista Cláudia
Por Aline Takashima


Sentada em uma rede vermelha, a artista plástica Arissana Pataxó, 33 anos, segura o computador, olha para a câmera e pergunta: "Oi. Está me ouvindo? Alô, alô". Cercada por árvores e o canto dos pássaros, ela circula entre dois mundos: o dos índios e o do homem ocidental. Quando criança, perdia a noção do tempo desenhando na areia. Utilizava todo o material que encontrava para criar formas e criaturas, seja com papel, caneta, tinta e argila. Hoje, ela é professora de artes em Pataxó, e a única índia que concorre ao Prêmio PIPA, uma das maiores premiações de arte contemporânea do País.
Por conta dos preconceitos que sofreu, Arissana criou a obra Mikay, que significa "pedra que corta". A peça é um facão de cerâmica com a pergunta: "O que é ser índio para você?". A arma representa os primeiros contatos entre os povos indígenas e ocidentais e a frase remete aos estereótipos que a artista escutou. "Cada pessoa tem um índio fictício na cabeça. Essa imagem é construída pelos livros de literatura, pelas escolas, pela mídia. Mas nós somos um povo que vive na floresta e também na cidade. É uma diversidade muito grande. É um erro considerar que índio é tudo igual", explica.

Acesse a pagina da revista e continue a  leitura...
http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/claudia/disseram-que-eu-nao-era-india-por-ser-educada-e-ter-etiqueta

domingo, 31 de julho de 2016

Artista Pataxó está entre os dez finalista que concorrem ao Prêmio Pipa Online 2016



A artista Arissana Pataxó, natural de Porto Seguro, está entre os dez finalista que concorrem ao PRÊMIO PIPA Online 2016,  criado para divulgar os artistas indicados e a arte contemporânea brasileira na internet.
 Única artista baiana entre os finalista do Pipa Online 2016, Arissana Pataxó, desenvolve uma produção artística em diversas técnicas abordando a temática indígena como parte do mundo contemporâneo.
No PIPA Online é o público que define o vencedor através de votação no site do Prêmio  que acontece de 31 de julho até 7 de agosto de 2016. Vence o artista que for mais votado no site.
Para votar basta ter uma conta no Facebook e acessar a página da artista na página do PRÊMIO  PIPA:

Conheça a artista através da entrevista em vídeo feito pela Matrioska Filmes exclusivamente para o Site do prêmio:










Três artistas indígenas concorrem ao Prêmio PIPA Online

Autor: mariana Tessitore
Fonte: http://brasileiros.com.br/2016/07/tres-artistas-indigenas-concorrem-ao-premio-pipa-online/

Pela primeira vez três artistas indígenas concorrem ao Prêmio PIPA, uma das maiores premiações de arte contemporânea do País. Jaider Esbell, da etnia macuxi, Isaías Sales, do grupo dos Kaxinawá, e Arissana Pataxó, cujo sobrenome homenageia a sua etnia, foram indicados à categoria online do PIPA. Eles passaram pela fase inicial da disputa e agora competem com mais sete artistas. Em suas obras se destacam as cores fortes, a escala e a figuração.  Os três estudaram em universidades federais, compondo a cota ainda pequena de indígenas que chegam ao ensino superior.
Arissana Pataxó conta que ingressou na universidade através do sistema de cotas e que, no começo, enfrentou resistências. “Há sempre quem alegue que o índio não precisa estudar, pois pode perder a sua cultura. Não concordo com esse argumento, o estudo também é uma saída para os povos indígenas. Nós conquistamos o direito à educação e precisamos garanti-lo. A noção de que se deve manter uma tradição pura é ultrapassada. A cultura está em movimento, ela não é estática”, afirma.
A ideia de uma cultura múltipla, em constante transformação, também é mencionada por Esbell:  “A identidade indígena não é simples. São várias tradições, um palco extremamente complexo de inteirações sociais, costumes, habilidades e práticas que passeiam por todas as esferas possíveis e inimagináveis. Tais relações vão da ponta da teia da ancestralidade até ao último alcance da nano tecnologia. Há uma grande tentativa de simplificação, um discurso uniformizador que se mostra insustentável. Mas eu afirmo e demonstro em meu trabalho que a variedade existe.  Assim como há o índio que anda nu pela floresta, há também aquele que vive na cidade e na aldeia”, afirma.
Arissana também se pergunta sobre a identidade do índio na contemporaneidade. “Até hoje ainda se acredita que no Brasil só há índios na Amazônia. Isso sempre me incomodou, por isso fiz uma obra que se chama O que é ser índio pra vc?. A verdade é que as pessoas sempre querem enquadrar o índio em um perfil exótico. É quase como se dissessem: ‘você não é índia porque não tem uma etiqueta de identificação’. Percebi que cada pessoa tem um índio fictício na sua cabeça”, conta.

Em seus trabalhos, os artistas também propõem uma outra concepção de tempo, associada à arte contemporânea indígena. Segundo o curador do PIPA, Luiz Camillo Osório, a modernidade se baseou em uma temporalidade linear que dividia o país entre o avanço e o atraso, ignorando as culturas que não aderiram a essa lógica do progresso. “No contemporâneo, começamos a pensar em um tempo que não seja o hegemônico. Ao lidar com diferentes culturas, entramos em contato com ritmos distintos. Diante da crise do ocidente, é importante começar a perceber esses novos tempos e como eles podem propor alternativas ao modelo desenvolvimentista que claramente está destruindo o planeta”, defende.
Há aqui uma proposta de questionar a própria história da arte e sua perspectiva eurocêntrica, como afirma Esbell: “Nossa arte tem ancestralidade, viaja no tempo como telepatia, é carregada de informações que nos remetem ao êxtase do xamanismo e está a frente de tudo, muito antes da ideia da arte europeia”, afirma.
A segunda fase da votação online do PIPA acontece de 31/7 a 7/8. Independentemente do resultado, as obras desses artistas reforçam a autonomia do discurso indígena, como ressalta Esbell: “Mesmo que essa conversa não seja publicada, eu a coloco no meu site. O índio já fala por si próprio há muito tempo, falta ainda que queiram ouvi-lo”, ironiza.

Link curto: http://brasileiros.com.br/bBn7j

domingo, 17 de julho de 2016

VOTAÇÕES NO PIPA ONLINE 2016 COMEÇAM NESTE DOMINGO

Três artistas indígenas foram indicados ao prêmio PIPA 2016: Arissana  Pataxó, Ibã huni Kuin (Isaías Sales) e Jaider Esbell  Macuxi .
Acesse as páginas dos artistas em vote no PIPA Online:
http://www.premiopipa.com/pag/arissana-pataxo/
http://www.premiopipa.com/pag/isaias-sales/
http://www.premiopipa.com/pag/jaider-esbell/
SOBRE O PRÊMIO PIPA ONLINE
O PIPA Online foi criado no primeiro ano do Prêmio com o objetivo principal de divulgar todos os artistas indicados, e a arte contemporânea brasileira, através da internet. A categoria conta inteiramente com a participação do público para definir o vencedor. 
A votações acontecem em dois turnos, com duração de 8 dias cada, sempre de domingo a domingo. Durante esse período, os visitantes do site devem acessar as páginas dos artistas participantes para votar. O vencedor é definido pelo número de votos recebidos em sua página, aqui no site. Para votar é preciso ter um perfil no Facebook.
Apenas os artistas que conquistarem o mínimo de 500 votos no 1º turno, passam para o 2º. Ao final do 1º turno os votos são zerados e a contagem recomeça no 2º turno.
O vencedor será o artista que possuir mais votos em sua página ao final do 2º turno. Ele receberá R$ 10 mil. O segundo artista com mais votos receberá R$ 6 mil. Ambos doarão uma obra para o Instituto PIPA (a serem definidas em comum acordo entre os artistas e a coordenação do Instituto).
Caso apenas um artista receba 500 votos no primeiro turno, ele será declarado vencedor e não haverá um segundo turno. Caso nenhum artista receba 500 votos no primeiro turno, não haverá vencedor.
Cronograma do PIPA Online
17 de julho – Início do 1º turno do PIPA Online
24 de julho – Término do 1º turno do PIPA Online
31 de julho – Início do 2º turno do PIPA Online
7 de agosto – Término do 2º turno do PIPA Online
8 de agosto – Anúncio do vencedor do PIPA Online
Serão 63 artistas participantes. 
Fonte= http://www.premiopipa.com/2016/07/votacoes-no-pipa-online-2016-comecam-neste-domingo/

segunda-feira, 11 de julho de 2016

ARISSANA PATAXÓ FALA SOBRE A REPRESENTATIVIDADE DA CULTURA INDÍGENA EM ENTREVISTA EXCLUSIVA

Arissana Braz adotou o nome artístico de Arissana Pataxó em homenagem à sua comunidade indígena. Além dos trabalhos com pintura, ela também é professora do Ensino Médio na escola da aldeia urbana onde vive, no sul da Bahia.
A artista fala sobre a importância do seu trabalho na representação da imagem indígena fora da aldeia: “Por isso que meu interesse como artista não é tanto aqui dentro, aqui meu papel é trabalhar com os meninos na escola, mas fora da aldeia é levar esse conhecimento que as pessoas não têm sobre o índio brasileiro”.
Ela também conta sobre um de seus trabalhos em que precisou fazer uma obra que representasse a Bahia. A artista procurou uma imagem para usar como referência inicial e encontrou a fotografia de uma criança pataxó descascando uma mandioca. Desse modo, tanto a Bahia como a cultura indígena estariam presentes em seu trabalho.
Anualmente os artistas que participam do PIPA são convidados a gravar uma entrevista em vídeo com exclusividade para o Prêmio. Com elas conhecemos melhor os artistas, suas carreiras, idéias e motivações. As entrevistas são gravadas por Skype e produzidas pela Matrioska Filmes.
  • http://www.premiopipa.com/2016/04/arissana-pataxo-fala-sobre-representatividade-da-cultura-indigena-em-entrevista-exclusiva/